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Pack Azeite Genuine Collection

22,50 €
Com IVA

A tradição Portuguesa

Apurado, fino e sofisticado, são os packs Genuine Collection Gourmet, constituem uma excelente oferta nas ocasiões mais especiais.

​Este pack é composto por uma garrafa de azeite de 250ml, extra virgem de 0,3° de acidez Genuine Collection, um sabão de azeite com cheiro a erva príncipe e uma tibórnia - peça exclusiva em faiança Bordallo Pinheiro/Genuine Collection. Perfeito o seu cabaz cheio de tradição portuguesa.

Quantidade

Guiados por um fio de ouro líquido, a Genuine Collection saiu em busca de um tesouro que Portugal tem vindo a valorizar cada vez mais. Falamos de azeite, é certo.

Ao longo dos séculos, o azeite serviu para comer e para iluminar, mas também para ungir reis, purificar locais de oração, massagear guerreiros e tornar mais bela a pele das mulheres. As leis mais antigas protegiam-no. E Gil Vicente reservou-lhe um lugar no berço do teatro português.

Embora os estudos mais recentes indiquem para a existência da oliveira em Portugal desde épocas muito remotas, a sua cultura e produção foram trazidas para a Península Ibérica pelos Fenícios 1000 A.C. e pelos Gregos 600 A.C. . Mas foi só a partir de 711 que recebeu o nome de azeite, proveniente da língua árabe, az-zait, sumo de azeitona.

E foi em 1780 que o intendente da polícia de Pina Manique celebrou o aniversário de D. Maria I com a inauguração da iluminação pública de Lisboa. Para isso alargou a área de cultivo da oliveira nos arredores da cidade, onde actualmente é o bairro dos Olivais. Os moradores tinham que contribuir com um quartilho de azeite para o funcionamento e manutenção.

Mas foi só no século XIX que o método de produção do azeite sofreu uma modernização relevante proporcionando um salto de qualidade do azeite português. E isso não foi feito por um agrónomo, mas sim por um historiador, Alexandre Herculano, o precursor do Romantismo na literatura nacional, o investigador que usou pela primeira vez os métodos científicos para escrever história, transformou-se no “azeiteiro” premiado nas Exposições Universais de Paris.

Foi na sua quinta ribatejana de Vale de Lobos que ele estudou as mais recentes inovações feitas na Itália, substituindo as velhas talhas de barro por talhas com design avançados feitas com folhas de flandres e estanho que eram importadas. Também inovou nos processos de colheita (sempre manual para manter a frescura), entulhamento (rápido para evitar a fermentação) e prensagem (a frio para garantir a qualidade).

O resultado? O Azeite Herculano, que foi rapidamente reconhecido como o melhor de Portugal e ganhou medalhas na Exposição Universal de Paris, sendo bronze em 1867 e ouro em 1873.

Em 1871, o imperador D. Pedro II veio do Brasil para Portugal e fez questão de visitar o sábio na Quinta de Vale de Lobos onde provou e ficou maravilhado com o conceituado azeite.

Hoje a história desta cultura é contada também nos museus do azeite que se têm multiplicado nos últimos anos: de Mirandela e Vila-Flor, em Trás-os-Montes a Campo Maior, Redondo, Reguengos de Monsaraz ou Moura, no Alentejo, passando por Belmonte, Proença-a-Velha, Arganil ou Gouveia, nas Beiras. Mas nada iguala o saber de experiência feito…por isso o melhor mesmo é prova-lo… 

Pack azeite
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